O cardiologista Dr. Diogo Azevedo, trouxe na palestra “Cuidados gerais na UTI ao paciente com TEP: como faço?”, uma fala bastante completa sobre o manejo em contextos intensivos.
“Infelizmente, ainda é uma área com escassez de evidências. Em resumo, usar apenas o critério de instabilidade hemodinâmica para estratificar o paciente com TEP na UTI é inadequado. Destacaria também que o cateter nasal de alto fluxo é uma opção aos pacientes com hipoxemia e é importante retardar, se possível, a intubação orotraqueal e fazer uma avaliação criteriosa de volume e diuréticos”, afirmou.

